Café da manhã temático: Captação de Recursos e Governança Corporativa

Moises Assayag, representando a Thompson

No dia 19/09/17, realizamos o seminário “Captação de Recursos e Governança Corporativa” em parceria com a Thompson e com o Honda, Teixeira, Araújo, Rocha Advogados. O encontro contou com cerca de 20 empresários que, durante uma manhã, tiveram acesso a conteúdo teórico e debateram soluções práticas, utilizando-se de cases reais.

O evento teve início com Adriana Barreto, da B3, explicando a importância de uma Governança Corporativa robusta na obtenção de melhores fontes para captação de recursos, sendo possível obter melhores taxas ou ser melhor avaliado em um possível IPO / aporte de private equity. Segundo Adriana, “não ter uma governança estruturada é deixar dinheiro na mesa no hora de negociar”.

Em seguida Maria Isabel Tavares, Sócia do Hondatar Advogados, apresentou o conceito da Governança Corporativa, seus pilares e benefícios. Com casos práticos, Maria Isabel demonstrou como a Governança bem aplicada impactou nos resultados da empresa.

Ficou por conta de Bernardo Rezende Vieira, também advogado do escritório Hondatar, explicar, dentro de Governança Corporativa, os conceitos e aplicações de Segurança Jurídica, Assimetria de Informação, Criação de Valor e Transição de Gerações. Bernardo explorou cada um dos itens, além de abordar a sua importância nos resultados, nos relacionamentos e na perenização da empresa.

Moises Assayag, Sócio da Thompson, discorreu sobre como preparar sua empresa para uma possível captação de recursos, além de esclarecer a diferença entre uma boa empresa e um bom negócio. Ele também exemplificou, com experiências por ele vividas, como uma gestão eficiente é importante e de extrema relevância em situações de M&A, tornando o caminho muito mais fácil, além de gerar resultados financeiros muito expressivos.

Por último, Adriana apresentou 2 cases reais, onde os convidados deveriam escolher, dentro do contexto apresentado com as mais diversas condições, entre abrir seu capital, receber aporte de private equity, ou permanecer com o controle total da empresa. Os casos geraram opiniões das mais variadas, além de uma discussão extremamente enriquecedora.

Adriana Barreto, representando a B3

Maria Isabel e Bernardo, representantes do Honda, Teixeira, Araújo, Rocha Advogados

2017-09-25T22:36:26+00:00 25/09/2017|Aconteceu na B3|